Quando abrimos um lata de soda, o gás que escapa da lata é o mesmo CO2 que sai das usinas elétricas e dos canos de descarga e polui a atmosfera. Este C02 foi capturado e purificado pelas usinas que produzem energia e vendido para empresas que engarrafam a bebida.
O lado bom é que o mesmo processo pode ser utilizado para capturar e armazenar 90% de todo o CO2 produzido pelas usinas elétricas. Nos EUA, vários processos estão sendo usados para este fim.
A tecnologia do ciclo combinado de gaseificação integrada transforma o carvão em gás antes de ser queimado para virar energia. Ao ser gaseificado o carvão é liberado para a captura e depois transportado e seqüestrado no subsolo profundo.
Outra técnica é o “Carvão oxigenado” que remove o nitrogênio do ar quando o carvão é queimado e o gás residual é quase igual ao CO2 puro que pode ser facilmente capturado.
Segundo Susan Hovorka, geóloga em Austin, na Universidade do Texas, o carvão pertence ao subsolo e vamos colocá-lo de volta. Mas isso tem um preço e a questão é se queremos pagar agora ou transferir o problema para o futuro.
Os EUA têm uma grande responsabilidade de reduzir o carbono da produção de energia e quanto mais cedo se buscarem soluções, maior a chance de afastar as irreparáveis conseqüências do aquecimento global.
Fonte:Time.